Ontem foi um desses dias especiais, conheci a querida Beth, do blog Mãe Gaia, amiga brasileira com quem troco umas ideias já há algum tempo. Nesta sua viagem à Europa, Beth foi a Londres e agora veio a Lisboa, e querida como só ela, convidou-me para um lanche maravilhoso, em que trocámos ideias, histórias e risadas (palavra linda do português do Brasil) por quase duas horas. A conversa fluiu como se fossemos velhas amigas. A Beth passa uma energia boa, positiva. Encontrámos muitos pontos em comum e agora quando for ao seu blog comentarei com a memória de um animado fim de tarde numa esplanada da Avenida de Roma. Até à próxima, Beth.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Encontro Portugal - Brasil
Ontem foi um desses dias especiais, conheci a querida Beth, do blog Mãe Gaia, amiga brasileira com quem troco umas ideias já há algum tempo. Nesta sua viagem à Europa, Beth foi a Londres e agora veio a Lisboa, e querida como só ela, convidou-me para um lanche maravilhoso, em que trocámos ideias, histórias e risadas (palavra linda do português do Brasil) por quase duas horas. A conversa fluiu como se fossemos velhas amigas. A Beth passa uma energia boa, positiva. Encontrámos muitos pontos em comum e agora quando for ao seu blog comentarei com a memória de um animado fim de tarde numa esplanada da Avenida de Roma. Até à próxima, Beth.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
A estupidez tem limites
Esta pessoa, para além de ser absurdamente ridícula, fútil, burra e xenófoba é também extremamente mal-educada, uma vez que faz questão de humilhar o país e o povo que tão bem a recebe.
O desprezo de alguns brasileiros por Portugal e pelos portugueses é antigo, mas nunca pensei que continuasse a ser proclamado e difundido em programas de televisão supostamente sofisticados e inteligentes.
sábado, 10 de outubro de 2009
Lisboa
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Seremos mesmo pestes?
Neste momento trabalhamos no mesmo espaço diariamente 13 mulheres, e infelizmente, é um inferno. Zangas constantes, diz que disse constante, todas dizem mal umas das outras, e eu no meio a tentar não dizer mal de ninguém e a ouvir todas.
Quando tínhamos dois homens a trabalhar connosco, eles conseguiam desanuviar o ambiente, faziam piadas, acalmavam os ânimos e nunca ouvi da parte deles qualquer tipo de intriga contra os restantes colegas. Será que aquilo que eu sempre neguei é mesmo verdade? Será que as mulheres são mesmo umas pestes umas para as outras? Será que em ambientes profissionais só masculinos não existe este tipo de confusões?
Apesar das evidências, como já disse, eu não gosto de generalizar. Talvez estas mulheres específicas sejam intriguistas e conflituosas por natureza. Talvez eu tenha tido o azar de ir parar ao pior galinheiro do país! Logo eu que sou uma pessoa de paz e que adoro tranquilidade no trabalho sou obrigada a viver no meio destas tricas e confusões que tanto me chateiam.
Segundo as filosofias new age , nós atraímos as pessoas às nossas vidas consoante a nossa conduta, o nosso estado de espírito, a nossa forma de encarar a vida, etc. Mas que raio, algo está mal com a minha aura, devo estar com um problema de comunicação com o universo! Quando é que eu começo a atrair pessoas peace and love como eu?
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Recordar a Diva

Mas aqui fica a original, a única e inigualável Amália. A voz inesquecível duma mulher que sofreu toda a sua vida de uma gravíssima depressão e que se vivesse hoje andaria a tomar anti-depressivos e andaria tão alegre que nunca teria escrito estas palavras amarguradas que com tanto sentimento cantou.
Existe uma tendência muito grande para conotar Amália ao Estado Novo e ao Portugal triste e cinzento do tempo da outra senhora, mas a tristeza de Amália era só dela, vinha-lhe da alma. Não era o espelho de um país, era o espelho do seu coração.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Mudar de vida
Muda de vida, se não vives satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não podes viver contrafeito
Muda de vida, se há vida em ti a latejar
Quando era pequena sonhava com aventuras maravilhosas na minha vida de adulta. Nessa época eu desejava que a minha vida fosse um enorme filme do Indiana Jones. Cresci, e tornei-me uma adulta demasiado séria, a pessoa menos aventureira ao cimo da terra. Mudanças? Não. Deixa estar tudo como está. Pelo menos isto eu já conheço. Arriscar? Não. Deixem-me estar quieta aqui no meu canto.
Fiquei com muito medo de mudanças. Qualquer mudança era para mim um bicho de sete cabeças. Sentia a necessidade de mudar, mas não conseguia concretizar a mudança. Inventava mil desculpas, muitas delas válidas, para deixar tudo na mesma.
Desde há pouco mais de um ano estou a tentar mudar. Estou a tentar aceitar as mudanças, embarcar nelas sem medo do que elas me possam trazer. Arriscar, ainda é para mim muito difícil. Tenho medo do imprevisível. Mas agora já sou capaz de mudar, de fazer, de procurar aquilo que quero, apesar de os caminhos nem sempre serem fáceis.
Às vezes temos mesmo de mudar de vida.