segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Fun is not overrated
Não, não estou a incentivar o uso de drogas leves, estou só a concluir que preciso de me divertir.
domingo, 13 de novembro de 2011
O eterno verão californiano
Conheci há pouco tempo o trabalho do pintor norte-americano Eric Zener e fiquei muito impressionada. O realismo quase fotográfico das obras é no mínimo surpreendente. Para quem não conhece e goste do género, ficam alguns trabalhos do autor.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Nuvens negras
Há dias em que o céu se torna negro e carregado em cima da nossa cabeça. Sentimos o peso do mundo nas nossas costas. Sentimos toda a pressão que temos cá dentro a querer explodir. Sentimos uma raiva maior do que nós, contra tudo e contra todos. Ontem foi um desses dias.
Hoje é hoje. E hoje o sol já dá o ar da sua graça.
domingo, 23 de outubro de 2011
We'll always have Paris
Viajar até Paris pelas mãos de Woody Allen é quase tão bom como estar lá. Ele mostra-nos, aquilo que nós já sabemos, que Paris é sempre maravilhosa, com sol ou com chuva, no presente ou no passado. E mostra-o de uma forma surpreendente, bonita e elegante, como sempre.
Meia-Noite em Paris é um filme inspirador. Os actores são excelentes, os diálogos inteligentes e bem-humorados e a história é simplesmente genial.
Viajar até épocas que consideramos fascinantes é o sonho de muita gente. Um sonho que Woody Allen nos permite viver através do seu personagem principal. Não consigo deixar de simpatizar com Owen Wilson neste papel, é certo que ele apanhou alguns tiques de Woody Allen, mas isso não me chocou, parece que Allen se fez retratar a si próprio junto dos seus heróis e assim vemos não Owen Wilson, mas sim Woody Allen junto de Hemingway, de F.S. Fitzerald, Cole Porter, Picasso e muitos outros.
O ponto fulcral do filme é mesmo a velha questão de acharmos que a vida era melhor noutros tempos. Pessoas como eu, nostálgicas por natureza, tendem a olhar o passado com romantismo. E até a pensar como teria sido melhor viver noutras épocas. O filme desmistifica esta ideia de forma divertida e inteligente.
É claro que o presente é tudo o que temos e devemos fazer com que ele seja o melhor possível. A nossa época será talvez muito fascinante para pessoas que vivam daqui a 100 anos. Quem sabe? E nós estamos cá, por isso aproveitemos.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
E pronto, tenho que falar da crise
Mas como é que vamos pagar? Ou melhor, quem vai pagar? Os mesmos de sempre. A "raia miúda", o povo e a classe média, que de média qualquer dia já não tem nada. Tiram-nos os subsídios, cortam-nos os ordenados, sobem os impostos, sobem os preços de bens essenciais como a electricidade e os transportes.
E depois pedem-nos para poupar, para ter poupanças nos bancos e também para ter muitos filhos porque o país precisa de gente. Mas será que estão a querer fazer de nós completos idiotas?
As reformas estruturais que deviam ser feitas no Estado, essas ninguém as quer fazer. Claro. Essas reformas podem incomodar uns quantos poderosos e isso seria uma grande chatice. Podem acabar com o tacho de alguns amigos que financiam as campanhas dos partidos e isso seria um grande aborrecimento.
Quem vai ter coragem para acabar com as muitas fundações que sugam milhões ao estado e não dão nada de volta ao país? Quem vai ter coragem de cortar também nas pensões vitalícias de antigos titulares de cargos públicos? Quem vai ter coragem de pôr toda a gente a pagar IRS, principalmente aqueles que ganham milhões e declaram o mínimo possível?
Perguntas que têm ficado e ficarão sempre sem resposta. Porque a nossa democracia está podre.
Neste momento desejava que os portugueses se unissem e exigissem que todos, mas todos mesmo, os responsáveis por colocar o país nesta situação fossem levados a tribunal, tal como foi o antigo primeiro-ministro da Islândia, essa sim uma democracia saudável e de fazer inveja ao nosso país em colapso.
Não tenho nenhuma esperança neste país neste momento, nenhuma.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
A série do momento
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Há dias felizes
Big mamma já está em casa e agora vai ser muito, muito, muito, muito mimada por todos nós.
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